Era uma vez

Um cavalo caiu no poço de uma fazenda. O fazendeiro avaliou as dificuldades e os altos custos para tirar o animal de lá e concluiu que não valia a pena.

Mandou seus empregados encherem o poço de terra.

Mas, à medida em que a terra era despejada no buraco, o cavalo sacudia a terra do lombo e subia sobre ela. Desta maneira, quando a terra estava quase fechando o buraco, o cavalo, enfim, saiu e ainda serviu seu dono durante muito tempo.

***

Sempre que se sentir “lá em baixo”, sendo subestimado, sem que lhe dêem valor e oportunidades, lembre-se de não aceitar a “terra”. Sacuda-a de cima e suba sobre ela.

Ser amigo é entender o silêncio, a ternura, o mistério. ” - Becker



Escrito por Nelson às 20h50
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O mal existe?

 

Certo dia um professor ateu desafiou seus alunos com a seguinte pergunta: “Deus fez tudo o que existe?”

Um estudante respondeu corajosamente: "Sim, fez!"

“Deus fez tudo, mesmo?” Insistiu o professor.

“Sim, professor” respondeu o jovem.

O professor replicou: “De Deus fez todas as coisas, então Deus fez o mal, pois o mal existe. E, considerando-se que nossas ações são um reflexo de nós mesmos, e somos a imagem e semelhança de Deus, então Deus é o mal.

O estudante calou-se diante de tal afirmativa e o professor ficou feliz por haver provado uma vez mais que a fé era um mito.

Outro estudante levantou sua mão e disse: “Posso lhe fazer uma pergunta, professor?”

“Sem dúvida”, respondeu-lhe o professor.

O jovem ficou de pé e perguntou: “Professor, o frio existe?”

“Mas que pergunta é essa? Claro que existe, você por acaso nunca sentiu frio?”

O rapaz respondeu: “Na verdade, professor, o frio não existe. Eu não sou especialista no assunto, mas, segundo as leis da física, o que consideramos frio é, na realidade, ausência de calor.

Todo corpo ou objeto pode ser estudado quando tem ou transmite energia, mas é o calor e não o frio que faz com que tal corpo tenha ou transmita energia.

O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe.

Criamos esse termo para descrever como nos sentimos quando nos falta o calor.”

E a escuridão, existe?” Continuou o estudante.

O professor respondeu: “Mas é claro que sim.”

“Novamente o senhor se engana, a escuridão tampouco existe. A escuridão é, na verdade, a ausência da luz.

Podemos estudar a luz, mas a escuridão não. O prisma de Newton decompõe a luz branca nas várias cores de que se compõe, com seus diferentes comprimentos de onda.

A escuridão não. Um simples raio de luz rasga as trevas e ilumina a superfície que a luz toca.

Como se faz para determinar quão escuro está um determinado local do espaço?

Apenas com base na quantidade de luz presente nesse local, não é mesmo? Escuridão é um termo que o homem criou para descrever o que acontece quando não há luz presente.”

Finalmente, o jovem estudante perguntou ao professor: “Diga, professor, o mal existe?”

Ele respondeu: “Claro que existe. Como eu disse no início da aula, vemos roubos, crimes e violência diariamente em todas as partes do mundo, essas coisas são o mal.”

Então o estudante disse: “O mal não existe, professor, ou, pelo menos, não existe por si só. O mal é simplesmente a ausência do bem.

O mal, como acontece com o frio e o calor, é um termo que o homem criou para descrever essa ausência do bem.

Assim sendo, Deus não criou o mal.

Deus criou o amor, a fé, que existem como existe a luz e o calor.

Já o mal é resultado da falta de Deus nos corações. É como o frio que surge quando não há calor, ou a escuridão que acontece quando não há luz."

Diante da lógica da argumentação do aluno, o professor se calou, pensativo.

***

O mal não tem vida própria, é apenas a ausência do bem.

Onde o bem se faz presente o mal bate em retirada.

Já o amor é de essência divina, e está presente nos corações de todos os homens, mesmo que em estado latente, esperando a oportunidade de germinar, crescer e florescer.

 



Escrito por Nelson às 07h54
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Dando nova luz a esse blog... estava esquecido pela internet!

 



Escrito por Nelson às 07h51
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SE NÃO HOUVER AMANHÃ...

SE NÃO HOUVER AMANHÃ...


Sabe, eu que costumava deixar muitas coisas para amanhã, resolvi lhe dizer, hoje, o quanto você é importante para mim, porque quando acordei pela manhã, uma pergunta ressoava na acústica de minha alma: “e se não houver amanhã?”

Então hoje eu quero me deter um pouco mais ao seu lado, ouvir suas idéias com mais atenção, observar seus gestos mais singelos, decorar o tom da sua voz, seu jeito de andar, de correr, de abraçar.

Porque... se não houver amanhã... eu quero saber qual é sua comida preferida, a música que você mais gosta, a sua cor predileta...

Hoje eu vou observar seu olhar, descobrir seus desejos, seus anseios, seus sonhos mais secretos e tentar realizá-los.

Porque, se não houver amanhã... Eu quero ter gravada em minha retina o seu sorriso, seu jeito de ser, suas manias...

Hoje eu quero fazer uma prece ao seu lado, descobrir com você essa magia que lhe traz tanta serenidade, quero subir aos céus com você, pelos fios invisíveis da oração.

Hoje eu vou me sentar com você na relva macia, ouvir a melodia dos pássaros e sentir a brisa acariciando meu rosto, colado ao seu, em silêncio... E sem pressa.

Hoje eu vou lhe pedir por favor, agradecer, me desculpar, pedir perdão, se for necessário.

Sabe, eu sempre deixei todas essas coisas para amanhã, mas o amanhã é apenas uma promessa... o hoje é presente.

Assim, se não houver amanhã eu quero descobrir hoje qual é a flor que você mais gosta e lhe ofertar um belo ramalhete.

Quero conhecer seus receios, lhe aconchegar em meus braços e lhe transmitir confiança...

Hoje, quando você for se afastar de mim, vou segurar suas mãos e pedir para que fique um pouco mais ao meu lado.

Sabe, eu sempre costumo deixar as palavras gentis para dizer amanhã, carinhos para fazer amanhã, muita atenção para prestar amanhã, mas o amanhã talvez não nos encontre juntos.

Eu sei que muitas pessoas sofrem quando um ser amado embarca no trem da vida e parte sem que tenham chance de dizer o que sentem, e sei também que isso é motivo de muito remorso e sofrimento.

Por isso eu não quero deixar nada para amanhã, pois se o amanhã chegar e não nos encontrar juntos, você saberá tudo o que sinto por você e saberei também o que você sente por mim.

Nada ficará pendente...

Quero registrar na minha alma cada gesto seu.

Quero gravar em meu ser, para sempre, o seu sorriso, pois se a vida nos levar por caminhos diferentes eu terei você comigo, mesmo estando temporariamente separados.

Sabe, eu não sei se o amanhã chegará para nós, mas sei que hoje, hoje eu posso dizer a você o quanto você é importante para mim.

Seja você meu filho, minha filha, meu esposo ou esposa, um amigo talvez, você vai saber hoje, o quanto é importante para mim... Porque, se não houver amanhã... 

Pense nisso! 

Amanhã o sol será o mesmo mensageiro da luz, mas as circunstâncias, pessoas e coisas, poderão estar diferentes.

Hoje significa o seu momento de agir, semear, investir suas possibilidades afetivas em favor daqueles que convivem com você.

Hoje é o melhor período de tempo na direção do tempo sem fim...



Escrito por Nelson às 07h57
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Purgatório

O Espiritismo não nega, pois, antes confirma, a penalidade futura. O que ele destrói é o inferno localizado com suas fornalhas e penas irremissíveis. Não nega, outrossim, o purgatório, pois prova que nele nos achamos, e definindo-o precisamente, e explicando a causa das misérias terrestres, conduz à crença aqueles mesmos que o negam.

Repele as preces pelos mortos?

Ao contrário, visto que os Espíritos sofredores as solicitam; eleva-as a um dever de caridade e demonstra a sua eficácia para os conduzir ao bem e, por esse meio, abreviar-lhes os tormentos. Falando à inteligência, tem levado a fé a muito incrédulo, incutindo a prece no ânimo dos que a escarneciam. O que o Espiritismo afirma é que o valor da prece está no pensamento e não nas palavras, que as melhores preces são as do coração e não dos lábios, e, finalmente, as que cada qual murmura de si mesmo e não as que se mandam dizer por dinheiro. Quem, pois, ousaria censurá-lo?

Seja qual for a duração do castigo, na vida espiritual ou na Terra, onde quer que se verifique, tem sempre um termo, próximo ou remoto. Na realidade não há para o Espírito mais que duas alternativas, a saber: - punição temporária e proporcional à culpa, e recompensa graduada segundo o mérito. Repele o Espiritismo a terceira alternativa, da eterna condenação. O inferno reduz-se a figura simbólica dos maiores sofrimentos cujo termo é desconhecido. O purgatório, sim, é a realidade.

A palavra purgatório sugere a idéia de um lugar circunscrito: eis por que mais naturalmente se aplica à Terra do que ao Espaço infinito onde erram os Espíritos sofredores, e tanto mais quanto a natureza da expiação terrena tem os caracteres da verdadeira expiação.

Melhorados os homens, não fornecerão ao mundo invisível senão bons Espíritos; e estes, encarnando-se, por sua vez só fornecerão à Humanidade corporal elementos aperfeiçoados. A Terra deixará, então, de ser um mundo expiatório e os homens não sofrerão mais as misérias decorrentes das suas imperfeições.

Aliás, por esta transformação, que neste momento se opera, a Terra se elevará na hierarquia dos mundos.

Mas, por que não teria o Cristo falado do purgatório? É que, não existindo a idéia, não havia palavra que a representasse.

O Cristo serviu-se da palavra inferno, a única usada, como termo genérico, para designar as penas futuras, sem distinção. Colocasse ele, ao lado da palavra inferno, uma equivalente a purgatório e não poderia precisar-lhe o verdadeiro sentido sem ferir uma questão reservada ao futuro; teria, enfim, de consagrar a existência de dois luga-res especiais de castigo. O inferno em sua concepção genérica, revelando a idéia de punição, encerrava, implicitamente, a do purgatório, que não é senão um modo de penalidade.

Reservado ao futuro o esclarecimento sobre a natureza das penas, competia-lhe igualmente reduzir o inferno ao seu justo valor. Uma vez que a Igreja, após seis séculos, houve por bem suprir o silêncio de Jesus quanto ao purgatório, decretando-lhe a existência, é porque ela julgou que ele não havia dito tudo. E por que não havia de dar-se sobre outros pontos o que com este se deu?



Escrito por Nelson às 16h51
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Evangelho no Lar

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Escrito por Nelson às 18h12
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Um pouco de perfume

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Escrito por Nelson às 18h04
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CONTRIBUIR HOJE

Conta-se que um rico fazendeiro foi queixar-se ao padre da paróquia local, dizendo que as pessoas não o viam com bons olhos porque ele não ajudava as outras pessoas nem contribuía com as obras assistenciais da igreja.
Ora, disse o fazendeiro: “todos sabem que quando eu morrer deixarei tudo o que tenho para a igreja e seus pobres”.
O sacerdote, homem sábio, disse ao fazendeiro: vou lhe contar uma história. A história da vaca e do porco.
Um dia o porco foi reclamar com a vaca porque ninguém lhe dava valor. Todos o desprezavam.
Afinal, disse ele, eu dôo tudo o que tenho aos homens. Eles consomem a minha carne, usam meus pelos para fazer pincéis, e aproveitam até meus ossos.
Mesmo assim sou um animal desconsiderado. O mesmo não acontece com você, que dá apenas o leite e é reverenciada por todos, concluiu o pobre porco.
A vaca, que ouvia com atenção, falou: “talvez seja porque eu dôo um pouco de mim todos os dias, enquanto estou viva, e você só tem utilidade depois de morto.”
O fazendeiro agradeceu ao padre pela lição e se retirou pensativo.
 
E você, em que tem contribuído com a sociedade da qual faz parte, enquanto está a caminho?
Muitos pensam e agem como o fazendeiro. Pretendem dispor dos seus bens apenas depois da morte, quando não precisarão de mais nada.
Outros pensam em doar um pouco do seu tempo ao próximo só depois que se aposentarem.
No entanto, a necessidade não aguarda o tempo propício para visitar os desafortunados.
A carência pede socorro agora, não mais tarde.
A necessidade roga mãos caridosas hoje, não amanhã.
A ignorância solicita esclarecimento imediato, não num futuro distante.
Existem tantas frentes de trabalho aguardando mãos dispostas a se movimentar em prol do semelhante, nos mais variados campos de ação. Basta boa vontade e disposição.
Os recursos que Deus coloca em nossas mãos são para serem movimentados em favor do bem geral, produzindo bem-estar e fomentando a esperança.
E, por recursos, entendemos não só os bens materiais, mas a saúde, a lucidez, as condições favoráveis de modo geral.
Allan Kardec, o codificador do Espiritismo, perguntou aos Sábios do Além, se para agradar a Deus e assegurar a sua posição futura, bastará que o homem não pratique o mal.
E os Benfeitores responderam: “não; cumpre-lhe fazer o bem no limite de suas forças, porquanto responderá por todo mal que haja resultado de não haver praticado o bem.”
Percebemos, assim, que o mal que resulte da nossa omissão ou indiferença, será de nossa inteira responsabilidade perante as leis maiores.
Quando temos condições de praticar o bem e não o fazemos, e daí resultar algum mal, este será por nossa conta.
Questão grave esta, que merece nossa atenção.
Se somos daqueles que dizemos: “eu não faço mal a ninguém”, e achamos que isto basta, reconsideremos nossos conceitos, pois as leis estabelecem que devemos fazer o bem no limite de nossas forças.
E nossas forças contemplam tudo o que dispomos em nosso favor: forças físicas, intelectuais, morais, financeiras.
Assim sendo, é importante que façamos um balanço das nossas possibilidades e as movimentemos, de forma efetiva, na construção de uma sociedade mais justa e mais feliz, agora. 
Pense nisso! 
Se você tem condições de auxiliar uma criança pobre a ter acesso à escola e à saúde, agora, talvez esteja evitando que um criminoso a mais se movimente pelas ruas, amanhã.
Se você pode custear a universidade de um jovem carente, hoje, e não o faz, é bem provável que tenhamos um delinqüente a mais no futuro.
Enfim, se você pode ajudar a construir escolas no presente, por que esperar a necessidade de se construir prisões amanhã?
Pense nisso, mas pense agora.
 
Texto com base na pergunta 642 de O Livro dos Espíritos e em história do vídeo “Um impulso para as águias”.
 


Escrito por Nelson às 17h02
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Oração a Jesus

Oração a Jesus

Oh, Senhor da Vida, te pedimos humildemente, olhe por aqueles que sofrem, mas também, Senhor, por aqueles que fazem sofrer.

Senhor da vinha, pedimos de coração aberto que olhe por aqueles que passam por privações, inclusive alimentares, mas principalmente pelos que podem mudar a situação e não o fazem, por omissão.

Senhor, pedimos pelos que usam armas em nome de Deus para a Salvação, mas também por aqueles que produzem-nas e ensinam a lutar.

Senhor, Te pedimos pelos que estão em guerra, como também por aqueles que a começaram e não a querem terminar, mas também pelas guerras emocionais, violentas do ódio, desespero, inimizade, raiva, que o homem jamais pôde vencer. Ajuda-nos Senhor, a combater.

Te pedimos, Senhor, pelos homens de olhos fechados e corações petrificados na amargura e conseqüentemente distantes de ti.

Por eles te pedimos e rogamos-Te auxílio, Mestre querido, pois ainda estão endurecidos.

Pela Paz da humanidade, te pedimos, e por aqueles que se consagram em luta por esse ideal, divulgando-a pelos recantos do mundo, enfrentando, por certo, toda sorte de dificuldades; faze-os multiplicar.

Te pedimos, Senhor, pelos que divulgam a Tua palavra e a fazem ser difundida nos corações dos homens, possibilitando o ensejo de vida melhor e mais feliz no amanha.Te pedimos, Senhor, pelo Amor, o Amor entre os Homens, entre as Famílias, entre os governantes, entre os inimigos, entre os povos, pois sem esse tempero sagrado tudo mais desmorona.

Agradecemos-Te, Senhor, por todos que já Te consagraram respeito e por ti trabalham, através do próximo. Mas olhe, Senhor, aqueles que em Teu nome matam, escravizam, discriminam, maltratam e não respeitam.

Te agradecemos, por que sempre esteve e estarás sempre entre nós, mesmo em meio de todas essas dificuldades de convivência. E por isso, Mestre, que confiando em Ti, podemos seguros dizer que um dia em que o homem entender que o bem é a seu favor, fará louvor a Ti, pois que nunca nos abandonou.

Obrigado Senhor!

(Bezerra de Menezes)



Escrito por Nelson às 18h08
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É Natal. Jesus nasceu para trazer ao mundo a luz da verdade e do amor. A Rede Boa Nova de Rádio fez uma parceria com você para que possamos contar ao mundo, que a promessa do Consolador que Jesus anunciou no Evangelho de João, cumpriu-se em 1857, com o Espiritismo.

Vai aqui uma sugestão para que você tenha um Natal feliz: independente dos presentes que você vai dar, seja você o presente. Ao invés de enviar cartões já impressos, seja você a mensagem. Diga a quem você ama o quanto você ama realmente. Escreva a mensagem como uma música na pauta do coração, mas escreva com a poeira de estrelas que se desprende de suas mãos.

Um Natal com muita paz e um ano novo próspero com muitas realizações.



Escrito por Nelson às 18h07
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E se fosse verdade?!

"E se fosse verdade?!" é o título do romance espírita em cartaz nos grandes cinemas de São Paulo

Estreiou em 23 de dezembro, o filme espírita "E se fosse verdade?!".

O filme conta a historia de Elizabeth(Reese Witherspoon), médica dedicada ao trabalho, que sofre um acidente. Com o seu apartamento vago, David (Mark Ruffalo) aparece procurando um lugar para morar, e decide morar no apartamento dela. Elizabeth tenta chamar a policia para tirar o intruso, mas não consegue. David tenta ajudar Elizabeth a atravessar para o "outro lado", buscando respostas nos livros.

O filme não é para analises profundas e sim um romance que nos leva a pensar: E se fosse verdade?!

No elenco estão: Reese Witherspoon, Mark Ruffalo, Donal Logue, Dina Spybey, Ben Shenkman, Jon Heder, Ivana Milicevic, Rosalind Chao, Chris Pflueger, Kerris Dorsey, Alyssa Shafer. Direção de Mark Waters



Escrito por Nelson às 18h03
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REDESCOBRINDO O PERDÃO

             Até há pouco tempo, falar de perdão cabia de forma exclusiva aos religiosos. Dizer a alguém que lhe seria melhor perdoar, conforme ensinou Jesus, parecia próprio de quem vive fora da realidade.

            No entanto, na atualidade, perdoar tem se tornado uma medida de bom senso. Pessoas não religiosas têm descoberto que perdoar é terapêutico.

            O Dr. Fred Luskin, diretor do projeto perdão, da Universidade de Stanford, em seu livro “O poder do perdão”, afirma que carregar a bagagem da amargura é muito tóxico.

            Nos estudos que realizou com voluntários, constatou que a ação de perdoar lhes melhorou os níveis de energia, de humor, a qualidade do sono e a vitalidade física geral.

            Isso ocorre, explica, porque somos programados para lidar com a tensão. Pode ser um alarme de incêndio, uma crise, uma discussão mais acalorada.

            Nessas ocasiões, o corpo libera os hormônios do estresse – adrenalina e cortisol – acelerando o coração, a respiração e fazendo a mente disparar.

            Ao mesmo tempo, a liberação de açúcar estimula os músculos e os fatores de coagulação aumentam no sangue.

            Se isso for breve, como por exemplo um sobressalto na estrada por um quase acidente, é inofensivo.

            Contudo, a raiva e o ressentimento são como acidentes que não têm fim. Transformam em toxinas os hormônios que deveriam nos salvar.

            O efeito depressor do cortisol no sistema imunológico está relacionado a doenças graves. Ele esgota o cérebro, causando atrofia celular e perda de memória.

            Ainda mais, provoca doenças cardíacas por elevar a pressão sangüínea, os níveis de açúcar no sangue, enrijecendo as artérias.

            É aí que entra o perdão, que parece interromper a circulação desses hormônios.

            Vejamos algumas dicas para encontrar a paz, através do perdão, melhorando a nossa qualidade de vida.

            Primeira – concentre-se nos fatos da ofensa. Quase sempre quando nos sentimos ofendidos, nossa tendência é aumentar o que de fato aconteceu.

            Acrescentamos os nossos sentimentos e tudo toma um volume muito maior.

            Segunda – tente entender o que ocasionou a ofensa. Por vezes, somos nós mesmos os promotores dela, por algo que tenhamos dito ou feito.

            Mesmo que não tenha sido nossa intenção ferir a outro, a forma como dizemos ou uma atitude que tomemos em um momento delicado, pode levar a criatura a reagir mal, agredindo.

            Terceira - focalize a natureza humana do agressor, não só a sua atitude. Pense em que nós mesmos, no trato pessoal, em momentos de estresse, de cansaço, dizemos coisas que constituem mais um desabafo. Assim pode ocorrer com o outro, porque na terra somos todos ainda seres muito imperfeitos.

            Quarta – perdoe apenas para si mesmo. Ninguém mais. Perdoe em seu coração. Não é indispensável que você comunique o fato ao agressor.

            Enfim, lembre que perdoar de forma alguma significa que você concorda com a ofensa. Muito menos que você deve permitir que o tratem injustamente.

***

            A sabedoria de Jesus recomendou, há mais de 2000 anos: “amai os vossos inimigos. Fazei o bem aos que vos odeiam. Orai pelos que vos perseguem e caluniam. Perdoai aos homens as faltas que cometerem contra vós.”

            E acentuou que nunca se deveria guardar mágoa.

            Se num momento de oferenda de nosso coração ao pai, nos lembrássemos de que alguém tem algo contra nós, prescreveu Jesus que deveríamos, antes, nos reconciliar com o adversário.

            O Mestre do amor e da sensibilidade sabia porque dizia essas coisas.

            Os estudiosos de hoje estão provando que ele tinha toda a razão.


Com base no artigo O poder do perdão, de Lisa Collier Cool, da Revista Seleções do Reader’s Digest, junho/2004, e no Evangelho de Mateus, cap. V: 43 a 47 e cap. VI:14 e 15.



Escrito por Nelson às 20h03
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DA ORAÇÃO DOMINICAL

Emmanuel


NOSSO PAI que estás em toda parte.

Santificado seja o teu nome, no louvor de todas as criaturas;

Venha a nós o teu reino de amor e sabedoria;

Seja feita a tua vontade, acima dos nossos desejos;

Tanto na Terra, quanto nos círculos espirituais;

O pão nosso do corpo e da mente dá-nos hoje;

Perdoa as nossas dívidas, ensinando-nos a perdoar aos nossos devedores com esquecimento de todo o mal;

Não permitas que venhamos a cair sob os golpes da tentação de nossa própria inferioridade;

Livra-nos do mal que ainda reside em nós mesmos:

Porque só em Tí brilha a luz eterna do reino e do poder, da glória e da paz, da justiça e do amor para sempre.

(Francisco Cândido Xavier por Espíritos Diversos. in: Nosso Livro)



Escrito por Nelson às 19h56
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Escrito por Nelson às 19h11
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Escola de Aprendizes do Evangelho

Trata-se de um programa organizado para proporcionar a vivência do Cristianismo como proposta essencial de aperfeiçoamento moral da Humanidade através da Reforma Íntima do ser. Busca a renovação do homem em seus sentimentos, pensamentos e atitudes, proporcionando-lhe experiências de verdadeiro auto-conhecimento e despertamento de seus ideais divinos. As Escolas de Aprendizes do Evangelho preparam e purificam os espíritos para o ingresso em vidas mais perfeitas, na comunhão de todos os dias com Deus, despertando a consciência interna para que vibre em sintonia com os planos espirituais mais elevados.

Não é um curso comum de preparação material, mas a oportunidade que o aprendiz tem para adestrar suas forças, sem temor e represálias, terçar armas contra si mesmo e provar a si próprio que está combatendo por decisão própria sem engodos ou forçamentos, visando seu próprio engrandecimento espiritual.

Apresenta seguinte estrutura:

  • Reuniões 
  • Direção
  • Participantes

Para atingir suas finalidades, a Escola de Aprendizes faz uso de um programa integrado de aulas e atividades, bem como encaminhamento dos alunos para o trabalho. Concluída a Escola de Aprendizes do Evangelho, os alunos que sentirem em si o ideal de servir a Jesus, através do serviço a bem do semelhante e divulgação das verdades evangélicas, podem postular seu ingresso como membros da Fraternidade dos Discípulos de Jesus.



Escrito por Nelson às 19h08
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